Trânsito

Trânsito

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Prefeitura de Florianópolis identifica dois táxis que negaram socorro a família com criança ferida

Caso ocorreu em frente ao Hospital Florianópolis na semana passada

A prefeitura de Florianópolis identificou dois táxis que se negaram transportar um casal com o filho de dois anos ferido na semana passada, conforme noticiou a CBN Diário. Os dois permissionários foram convocados a prestar esclarecimentos nesta terça-feira, às 14h, na Secretaria de Mobilidade. Um terceiro veículo envolvido no caso seria de São José.
O secretário de Mobilidade e Transporte da Capital, Marcelo Roberto da Silva, garantiu a instauração de processo administrativo que pode levar à suspensão e até à cassação da permissão, com base na Lei Complementar 085, de 2001 (recusar o transporte de passageiros sem motivo justificável).
"E inadmissível. Não vamos corroborar de forma alguma com isso. Determinei à fiscalização que fosse ao local. Convoquei os dois permissionários para amanhã (terça-feira) às 14h", afirmou o secretário, em entrevista ao Notícia na Manhã, nesta segunda-feira, 25 de setembro.
O caso aconteceu na semana passada, em frente ao Hospital Florianópolis, onde o menino não foi socorrido pela falta de cirurgião. Ao buscar um táxi para ir a uma instituição particular, os pais ouviram de três taxistas que não seriam atendidos porque haviam, chegado ao local de Uber.
A família registrou ocorrência por omissão de socorro e também por ameaças que alega ter recebido, de um homem que se identificou como taxistas, por ter postado o caso em redes sociais. 

Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2017/09/prefeitura-de-florianopolis-identifica-dois-taxis-que-negaram-socorro-a-familia-com-crianca-ferida-9913442.html

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Psicólogos defendem Avaliação Psicológica na Renovação da CNH

O Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) publicou no dia 28/07 a proposta da minuta que irá substituir a Resolução 168/04 do CONTRAN, que trata da formação e especialização de condutores no Brasil. Também abriu um processo de consulta pública para que a sociedade possa contribuir com sugestões e alterações no texto final.
De acordo com o Ministério das Cidades o público em geral pode participar das sessões da consulta pública e apresentar contribuições escritas à proposta.
Como só serão aceitas as contribuições apresentadas pessoalmente em uma das cinco reuniões marcadas pelo Denatran, o Portal do Trânsito abriu um canal em que as pessoas puderam enviar suas sugestões, que serão compiladas e entregues pessoalmente, através de seu diretor Celso Alves Mariano.
“Recebemos muitas contribuições sérias de instrutores, diretores de ensino, psicólogos, agentes de trânsito, enfim, da sociedade em geral que entendeu que essa é uma oportunidade única para desempenhar enfim um papel de participação nesse processo”, explica Mariano.
Psicólogos
Muitos psicólogos preencheram o formulário do Portal do Trânsito com uma única sugestão de alteração: exigir a Avaliação Psicológica para a renovação da Autorização para Conduzir Ciclomotor e da Carteira Nacional de Habilitação.
De acordo com Patrícia Luz, psicóloga, como o ser humano é um ser em eterna mutação, seria indicado que o mesmo passasse por avaliação psicológica na hora da renovação de CNH. “Mudanças importantes e muito significativas acontecem na psique em cinco anos (tempo utilizado para realizar a renovação de CNH)”, justificou.
Lucelena Patricio Pizzi, que também é psicóloga, complementa que o ser humano pode sofrer doenças psíquicas, como síndrome do Pânico e outros tipos como um AVC, Alzheimer entre outras e continuar dirigindo. “Por esse motivo, se faz necessário essa avaliação”, explica.
Para Mariano, a contribuição dos psicólogos, assim como a dos demais, é extremamente válida. “É um olhar que apenas o profissional que atua diariamente na área pode ter. Que bom que sugestões, como essas, bem estruturadas, com argumentos e justificativas estão aparecendo. Entregaremos todas ao representante da Câmara Temática de Educação para o Trânsito, Habilitação e Formação de Condutores do CONTRAN com a certeza de missão cumprida”, diz o especialista.
A equipe do Portal do Trânsito está terminando de compilar esses dados e irá entregá-los durante a reunião de consulta pública que acontecerá no dia 12 de setembro, das 09h às 16h, no Auditório João Daudt, no Hotel SESC CAMPESTRE – RS, em Porto Alegre.

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/instrutor-e-cfc/psicologos-defendem-exame-de-aptidao-fisica-e-mental-na-renovacao-da-cnh/

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

BLITZ, quem avisa amigo é… (será?!)

Li a seguinte “manchete” de jornal:
 
“Prisão em cidade gaúcha reacende debate sobre pessoas que alertam sobre as blitzes de trânsito”.
 
OBS 01: “blitz” é a abreviação da palavra alemã “Blitzkrieg”, que significa “guerra relâmpago”. O plural alemão é “blitze”, mas usaremos o plural aportuguesado “blitzes”, que é uma expressão estrangeira já incorporada a nossa língua, no sentido figurado, para fazer referência a uma “batida policial repentina” que tem como objetivo combater qualquer tipo de ilegalidade.
 
Bem, mas ao ler o texto do periódico com mais detalhes, no mesmo instante – feito bússola que encontra o seu norte -,
fiquei sabedor do acontecimento.
 
Em resumo, como provocadores de primeira linha, moradores supostamente orientavam – através de meios eletrônicos -, outros condutores a desviarem de uma barreira conjunta organizada entre a Polícia Militar e a Fiscalização Municipal de Trânsito da respectiva cidade…
 
A barreira tinha como suposto objetivo, detectar preventivamente, quem havia ingerido bebidas alcoólicas, e estava a conduzir o veículo.
 
Todos já sabemos das consequências em dirigir alcoolizado. (sabem não é?!)
 
Logo, acontecia uma simples rotina preventiva da fiscalização que como outro instrumento, desejava amenizar aqueles produtos degenerados e decadentes da imprudência.
 
Os acusados flagrados diziam ser inocentes…
 
Como não somos testemunhas ou juízes, vamos nos deter simplesmente ao fato. (este sim é muito grave)
 
É senso comum que o ato cometido, por aqueles que avisam posições de fiscalização, é ilegal. (caso os acusados sejam legalmente culpados é claro)
 
Essa “travessura cidadã” claramente demonstra uma realidade bruta e sem cor, da qual não podemos ser tolerantes. (chega parecer ruim demais para ser verdadeiro – ou totalmente decepcionante -, e está ocorrendo)
 
Mas é difícil silenciar…mesmo que para isso tenha que queimar essas impurezas atitudinais – que já estão zarpando para a rotina -, com a chama do maçarico da “indignação”.
 
É de domínio público que existem quadrilhas especializadas em informar os locais das “blitzes”…e também que as redes sociais auxiliam conjuntamente este esquema…(como intermediárias oficiais a se aprofundar neste delito)
 
E os “alertas criminosos” não se restringem a avisar motoristas supostamente alcoolizados, eles ampliam seu leque para que marginais se beneficiem também da mesma informação, para burlar a polícia. (sem sombras de dúvidas um belo exemplo de sociedade “ignorante”)
 
E digo isto com profundo ressentimento, pois temos ai uma ação desajuizada, que indiretamente compõe a imagem de um número bem significativo de cidadãos…
 
Mas existem aqueles que permanecem na vigília social – aparentando comprometidos com seus deveres -, mas perseverando na indiferença como “patetas”. (peço desculpas ao “papai” Walt Disney).
 
Estamos sempre aprendendo, mesmo com aqueles que nada fazem para ensinar…(resta aqui, não me curvar a qualquer enfraquecimento do que penso)
 
Este é um tema fácil para principiantes, e difícil demais para os inconformados.
 
Assim, devemos aprofundar a prática da “não imprudência” desejando que a ética faça parte da vida de cada cidadão, pois do contrário é como se estivéssemos a caminhar, para o “nada”. (congelados na “omissão)
 
“Cadeia aos infratores!”…(dirão alguns)
 
Mas será essa atitude a única e mais adequada?
 
Creio que a resposta não chega a ser tão agradável, pois não é simplesmente a ação, mas sua origem e sua causa que devem ser consideradas como condição indesejável a ser aliviada.
 
Não devemos contribuir com silêncio, mas sim, com nosso repudio e indignação.
 
Assim…
 
Vamos “delatar” os “delatores” , pois, tudo que você não controla, controla você.


Fonte: http://portaldotransito.com.br/opiniao/transito-e-a-sociedade/blitz-quem-avisa-amigo-e-sera/